quinta-feira, 3 de maio de 2012

Fotografo de Esportes Radicais

Para realizar uma boa cobertura de esportes radicais é necessário, antes de tudo, gostar de esportes radicais. As fotografias podem ser feitas comercialmente para diversas finalidades entre elas para cobertura jornalística, para fins de marketing, tanto das empresas de equipamentos quanto dos próprios atletas. E é bastante comum, também, as coberturas voltadas a atrair os amantes dos esportes ao lugar, alem é claro do prazer que isso proporciona ao amante de fotografia e do esporte em questão.

Com tanta variedade de propósitos é necessário um conhecimento técnico fotográfico gigantesco, um conhecimento sobre o esporte, alem de equipamentos de ponta e um apego a esses equipamentos bem menor que a média. Isso porque não é incomum o fotografo de esportes de aventura deparar-se com situações em que a segurança e durabilidade do equipamento sejam comprometidas. Por exemplo, ao fotografar uma prova de rali um excesso de zelo poderia levar o fotografo não posicionar a câmera perto do local de passagem dos carros (imagina uma pedra voando na sua 400mm f/2.8) e isso poderia comprometer a cobertura. Ao fotografar escaladas técnicas o fotografo, na maioria das vezes, escala com os demais atletas. Nessa situação uma queda poderia arruinar toda uma vida de aquisições.

Quanto à técnica a coisa complica ainda mais. Se você pensar que na maioria das vezes quem consome fotografia de esportes de aventura são justamente pessoas que entendem de esportes de aventura fica muito complicado você simular situações vendáveis. Pensamos mais uma vez no exemplo de fotos de produtos de escalada: não é viável fazer propagandas com uma foto de um atleta em uma posição que não remeta a uma um grande apuro técnico no esporte e ninguém consegue simular um movimento desse. Resta ao atleta/modelo fazer o movimento e o fotografo fazer o registro preciso durante as frações segundo que dura o movimento. Alem disso ele precisa estar posicionado adequadamente para remeter a algo realmente técnico. Observe:

Nessa foto do austríaco Rainer Eder,fotografo responsável pelos catalogo de marcas de renome no mundo da escalada, entre elas Mammut, SAC e Bergschule alem de diversas publicações sobre o assunto, é possível sentir toda a tensão do movimento, é possível perceber que o atleta se segura em praticamente nada, o que requer muita técnica, alem de mostrar a altura em que o atleta se encontra. E somente bem posicionado e com o click no momento certo é possível.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Para quê serve o Filtro Polarizador?

Filtros são acessórios que colocamos na frente da lente para conseguir efeitos e correções na imagem.

O Filtro Polarizador é o queridinho da maioria dos fotógrafos de paisagens. Uma de suas funções é melhorar o contraste e saturação da foto: este filtro evita que partes muito clara da paisagem como o céu fique sem contraste. A riqueza de cores e detalhes é melhorada e o resultado fica bem mais realista e interessante.

Porém o efeito mais importante e “menos reproduzível digitalmente” do filtro polarizador é a diminuição do reflexo em áreas não metálicas como água e vidro. É graças ao filtro Polarizador que fotos com águas cristalinas como assunto ficam lindas. Sem ele a água reflete o céu e não dá para ver nada embaixo.

Repare no exemplo acima: ao utilizar o filtro Polarizador os reflexos na água e nas pedras somem, mostrando os detalhes. A folhagem também ganha mais constraste e a imagem, no geral, mais vida.

Outros filtros

Um filtro/lente bastante utilizado para quem não quer investir em lentes caras macro é o filtro Close-up. Ele permite fazer fotos com nitidez aceitável de objetos próximos, sem a lente ser macro.

Por Adriana Bento

terça-feira, 1 de maio de 2012

HighKey - Flickr


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Esse termo significa que uma foto tem bastante luz, não excesso de iluminação.
O é uma foto com muita luminosidade mas não “estourada”, que mesmo com muita luz ainda mantém os detalhes e texturas essenciais da foto. Highkey é o resultado de uma cena clara, com assuntos claros, tudo bem iluminado e com pouco contraste.


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Como fazer?


- Usar um fundo claro
- Evitar as sombras
- Utilizar pequenos detalhes para contraste
- Deixar a cena bem iluminada
- Cuidar com a iluminação para não perder os detalhes


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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Obturador - Qual o tempo de vida útil?

Todo fotógrafo deve considerar o tempo de vida útil do obturador de sua câmera. O manuseio incorreto de qualquer equipamento acarreta na diminuição de seu tempo de vida útil. Entretanto, para o obturador o prazo de validade está relacionado a quantidade de registros fotográficos.

O obturador geralmente é a primeira peça a dar problema. E não há aviso prévio. Portanto, considerar o tempo em que o equipamento já vem sendo utilizado é importante para o fotógrafo que não quer correr riscos de ficar na mão.

Deve-se consultar o manual do equipamento para conferir a quantidade de disparos estimada para o mesmo. Vários fatores influenciam no desgaste do obturador. Porém, não há estudos direcionados para saber qual tipo de configuração resulta em maior dano à peça.

A durabilidade varia conforme a qualidade do material e à robustez do equipamento e de seu sistema.

A estimativa média de vida para obturadores de câmeras profissionais é de cento e cinquenta mil disparos. Há fotógrafos que testemunham equipamentos com obturadores que duraram mais de trezentos mil registros.

Deste modo, para não correr o risco de ter o trabalho interrompido devido a falha do obturador, é aconselhável sempre portar uma outra câmera, podendo até mesmo ser uma de qualidade inferior. Preferencialmente se o obturador já estiver além do limite estimado pelo fabricante.

"O obturador pode se quebrar por outras razões: uma queda da câmera (mas é um caso raro); uso do flash inapropriado ou durante uma limpeza desajeitada do sensor, quando a cortina se fecha acidentalmente, chocando-se contra um pincel, um cotonete ou uma bombinha de ar. Neste caso, a cortina danificada fica entre aberta, o que produz as imagens muito claras.

A substituição completa do obturador não deixa seqüelas, pois a câmera volta às suas condições normais de funcionamento. Como um motor de um carro que aceita diversas retíficas, todas as reflex digitais aceitam diversas trocas do obturador - até três para as Canon - quando então chega ao fim a vida útil do equipamento. Portanto, não adiantaria mais trocar o obturador , pois o restante dos componentes da câmera já estariam bastante desgastados."

(escolafocus.net)

sábado, 28 de abril de 2012

Improvisando estúdio.

          Aos marinheiros de primeira viagem, com pouco recurso e sem nenhuma grana.
          Como criar um estúdio fotográfico em casa, usando materiais baratos?
          Para montar um estúdio fotográfico são necessários alguns componentes importantes.

  1. Espaço: É de extrema importância a escolha do espaço que utilizará, pois é preciso que você tenha uma distância confortável entre você e o foco. Mas isso também irá depender do assunto que pretende fotografar, se é objeto ou uma família inteira.
  2. Fundo infinito: Importante que esse não possua textura e esteja sempre bem esticado.
  3. Rebatedores: Com eles é possível, aproveitar uma fonte de luz e  transforma-la em duas. Quando o interior da sombrinha é branco, a característica da sua luz será suave. Quando prateada ou dourada, a sombrinha proporcionará uma luz mais dura, sendo que, no ultimo caso, a luz terá um tom mais quente. 
  4. Difusores: Servem na prática para que a luz do flash não seja tão forte em cima do foco, bem como homogeneizar a luz emitida.  

         A questão agora é, como fazer de forma improvisada esse equipamento?
         Pesquisando na internet, achei uma serie de links bacanas que ensinam a fazer seu estúdio.

        O fundo infinito, é normalmente de papel, gasta-se em torno de 150,00 reais em algo que deve ser trocado frequentemente, pois pode amassar e rasgar. a sugestão é usar tecido, atenção: Nada de TNT!
O ideal é usar um tecido grosso, fosco e de cor neutra. Uma ótima dica é deixa-lo sempre enrolado em um tubo para que não precise ter muito trabalho de passa-lo. 
     
      Rebatedor: A alternativa se encontra dentro do carro.usando um daqueles para-sol laminados, que são usados para não deixar oi painel do carro esquentar demais. Experimente fazer uma fotografia virando o flash para ele. 






                                                                ótimas dicas : http://fotografeumaideia.com.br/site/index.phpoption=com_content&task=view&id=2005&Itemid=135

http://meiobit.com/38842/montando-um-est-dio-tabajara-em-sua-casa/

























sexta-feira, 27 de abril de 2012

Boris Kossoy

Que o brasileiro Boris Kossoy é dono de uma vasta obra teórica sobre fotografia todos sabem. Que é respeitadíssimo aqui e no exterior como pesquisador também é de domínio publico. O que muita gente ignora é a qualidade de seu trabalho como fotografo.

Kossoy, filho de pai oriundo da Ucrânia e mãe polonesa ou alemã (“Há uma controvérsia”, diz Kossoy) nasceu em 1941 e passou parte da infância em um sitio de seus pais em Guarulhos, depois disso morou no centro de São Paulo, no bairro dos Campos Elíseos, lugar que até hoje reúne diversos palacetes centenários. Estudou desde o ensino fundamentar até se formar arquiteto no Colégio Presbiteriano Mackenzie (hoje Universidade Presbiteriana Mackenzie). Leitor vorás já na infância começou a formar seu estilo intelectual e inquieto através de livros do Edgar Alan Poe, Fiodór Dostoiévski e mais tarde Sigmund Freud e Karl Marx.

Para Boris Kossoy a fotografia não é simples registro e também não se trata da verdade absoluta, para ele a fotografia é uma “interpretação de uma realidade”. Pensamento esse bem retratado na sua série “Viagem pelo Fantástico” que trás diversas imagens com elementos surrealistas. Uma das mais famosas, “Surpresa na estrada”, trás a figura de um arlequim a beira de uma estrada cheia de lama, quase como uma figura folclórica que nunca deveria ser vista, mas foi pego de surpresa. Ainda mostra muitas imagens com um boneco que faz figuração e suas composições. Alem de diversas situações inusitadas como, por exemplo, um maestro regendo túmulos em um cemitério e uma noiva na estação de trem.

Outra série muito comentada do fotógrafo foi “Cartões Antipostais” e exprime uma critica social por meio de fotos da situação precária da periferia de muitas cidades, num antagonismo claro ao lema da ditadura dos anos 70: “Brasil, ame-o ou deixe-o” que cultuava imagens ufanistas, o futebol e o carnaval. A critica torna-se ainda mais clara na celebre fotografia da estátua da Justiça distorcida por uma lente Grande angular e com o céu muito escuro conseguido através de filtros.

Há diversas outras séries do fotógrafo de qualidade indiscutível, de um rebuscamento técnico impressionante. Nem todo bom fotografo é um bom teórico e nem todo bom estudioso do tema fotografia é um bom fotógrafo, Boris Kossoy é um caso à parte.

Referencias:

Fotografe Melhor – nº 167 Agosto 2010

http://veja.abril.com.br/blog/sobre-imagens/livros/boris-kossoy/

http://www.boriskossoy.com/

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Fotografia de casamento:

Para fazer fotografias em casamentos é importante saber o que vai ser necessári usar, para que as fotografias sejam bem feitas, e que os noivos fiquem satisfeitos, pois eles serão referencias para o seu trabalho. Por isso é importante que se faça um contato prévio com os noivos, agendando uma reunião em horario conveniente para ambas as partes. Quando marcar a reunião peça ao casal de noivos para trazerem consigo a lista de casamento com o nome dos convidados, dividida em dois: convidados da noiva e convidados do noivo. Se já tiver portfólio, leve-o consigo, para mostrar o seu trabalho aos noivos apresentando assim o seu estilo de fotografia..

Após a reunião e já com o contrato acertado, agende uma sessão fotos gratuito, como teste, para conhecer melhor os noivos e para criar uma relação de confiança. Poderá tirar fotografias casuais, dando algumas dicas aos noivos para que fiquem discontraidos nos momentos de serem fotografados, essencial para obter uma boa performance da parte deles. Esta sessão também será fundamental para criar uma boa relação com os noivos e para valorizar o seu trabalho. Depois de trabalhar as fotografias, ofereça-as aos noivos como bónus do seu trabalho. Antes do dia do casamento visite a igreja e o local da recpeção, leve sua câmara fotográfica consigo e tire fotografias testes para saber quais serão os melhores ângulos e enquadramentos para as fotografias e, claro, quais as exposições corretas. Verifique também quais os locais mais interessantes interiores e exteriores, especialmente para as fotografias de grupo. Se for possível, descubra se os locais permitem usar flash ou não. Antes do casamento, prepare todo o equipamento necessário, certifique se as baterias estão carregadas,se os flash estão funcionando, se os cartões são suficientes e estão formatados, passe revista em todas as lentes, verificando se estão limpas e sem ponta de pó, verifique também se a sua câmara fotográfica está programada para fotografar em RAW ou em RAW+JPEG. Coloque as lentes nos locais acessiveis para sempre que necessitar, estejam o seu alcance, leve também uma camera de reserva..

A sequencia dos acontecimentos é muito legal, faça um making off, acompanhando os noivos, principalmente a noiva desde o momento em que ela está no salão de beleza até a sua chegada a sua chegada ao local da cerimônia do casamento. Após o casamento fazer uma sessão de fotos com os noivos em um local previamente escolhido, acompanhe a recepção procurando tirar fotos de todos os momentos da festa, como fotos dos convidados, do bolo, do momento em que a noiva joga o buque, da arrecadação da gravata e do sapato , dos momentos engraçados entre outros. No final todo o trabalho se torna gratificante.

Por Adriana Bento