quarta-feira, 6 de junho de 2012

Street Photography


Street Photography é um estilo de fotografia documental que apresenta indivíduos em
locais públicos, como ruas, parques, praias, centros comerciais, entre outras situações.


- Dicas sobre Street:


1- Usar teleobjetivas ou lentes com grande abertura para destacar o objeto principal, trabalhando com a profundidade de campo.

Foto: André Fernandes


2- Brincar com arquiteturas, transformando-as em cenas abstratas ou criando formas geométricas.

Foto: André Fernandes


3- Efeito panning.

Foto: André Fernandes


4- Fotografia noturna.

Foto: André Fernandes


Gostou desse estilo de fotografia? Então o que acha de sair por aí capturando a cultura das ruas da cidade?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Profissão: Fotografia Infantil

"...Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino..." (Monólogo das mãos -Ghiaroni)


Fotografias:


Foto: Viviane Moraes


Foto: Viviane Moraes


Foto: Huaíne Nunes

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Referência: Leo Aversa


Leo Aversa, é um fotógrafo famoso na América do Sul, tendo vencido prémios na área do jornalismo. Formado em jornalismo pela ECO / UFRJ, Leo Aversa começou a fotografar em 1988, tendo, desde então, fotografias publicadas nos principais jornais e nas principais revistas do país.   
Atualmente, Leo Aversa é o responsável pela fotografia do Segundo Caderno do Globo e pela preparação de um livro sobre a música popular brasileira.


Fotografias:



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Para conhecer melhor, acesse o Site Oficial.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Um toque de cor.



A cor não precisa ocupar uma grande área para ser eficiente. O grau de impacto de uma pequena área de cor isolada depende muito das matizes que a cercam.


                                           

As cores parecem mais incisivas quando são colocadas contra o fundo de cores apagadas.
As condições mutáveis do tempo, como um súbito afastamento das de nuvens carregadas permitindo que um estreito facho de luz um pequena área da paisagem observada, dão ao fotógrafo alerta de uma excelente oportunidade de fazer uso desse tipo de cor.

                                          

Para este projeto, procure bons exemplos de pequenas áreas com cor dominante inserida em imagens mais amplas. Depois de encontrar um objeto desse tipo, ande ao seu redor, observando pelo visor da câmera para ver como o efeito que você deseja pode ser realçado. Talvez seja necessário procurar dentro de uma distância considerável até encontrar o ângulo correto de visão, de modo a excluir cores ou objetos indesejáveis que diminuam o impacto.


                                            


Uma objetiva zoom pode ser muito útil, permitindo, através de suas varias distâncias focais, pesquisar, refinar e apurar sua composição.


                                           










segunda-feira, 21 de maio de 2012

Tamanho do sensor, fator de corte: vantagens e desvantagens.

Na época da fotografia analógica o filme fotográfico padrão era o famoso 35 mm que tinha uma dimensão de 36 mm x 24 mm. A primeira pergunta que pode ser feita: Por que 35 mm sendo que o tamanho é 36 mm x 24 mm? Na verdade 35 mm é a largura total do filme, sendo a área de registro de 36x24mm (veja a imagem do lado é vai ficar mais claro). Quando a fotografia migrou para o sistema digital esse tamanho passou a ter uma grande variação, em sua grande parte pelo fator custo. O sensor é uma das partes mais caras durante a produção da câmera, com isso virou trivial reduzir o tamanho do sensor para reduzir custos. Alem da redução de custo outro fator influencia nessa alteração: quanto menor o sensor, maior é a “potencia” de uma lente. Com isso as câmeras compactas foram adquirindo uma capacidade de aproximação do objeto o que se chama usualmente de zoom. Vejamos o exemplo da Sony DSC-HX200V – ela tem um sensor chamado comercialmente de Tipo 1/2,3 que tem 6,16x4,62 mm, uma lente de 4,8-144mm (zoom ótico de 30x – 144/4,8=30) equivalente a uma lente de 27-810 mm (fonte Site Sony). E é justamente dai que vem o “fator de corte”. Se dividirmos o valor equivalente da lente pelo valor real chegamos a 5,625 (27/4,8=5,625 ou 810/144=5.625) e é esse o “fator de corte” (ou Crop em inglês). Outra maneira de se achar o fator de Corte é ver a relação da diagonal do sensor (pelo teorema de Pitágoras hipotenusa de um triangulo-retangulo de 24x36mm=43,266 e de um triangulo-retangulo de 6,16x4,62 mm é 7,7mm) se dividirmos a diagonal do filme 35m pela diagonal do sensor 1/2,3 temos aproximadamente 5,625. Mas a grande pergunta é: o que é que isso muda na minha fotografia?

Em 1º lugar o já citado preço: para fotografar em uma câmera com sensor do mesmo tamanho da 35 mm (chamados comercialmente de full Frame) uma lente de 800mm sairia pela bagatela de R$ 35.000,00 (eu não digitei zeros a mais é trinta e cinco mil Reais mesmo). Mas como sempre na fotografia, nem tudo são flores. Se formos pensar na outra ponta, na área de grande angular da lente fazer uma grande angular equivalente a uma 10mm teríamos que ter uma lente com a distancia focal de apenas 1,77 mm, com isso a qualidade ótica do conjunto seria muito baixa. Outro fator contra é a qualidade da imagem, quanto menor o sensor mais sujeito ao ruído ele é. Com isso a faixa ISO disponível tende a ser menor e o ruído aparece com ISO mais baixo.

Uma consequência do fator de corte que acaba diferenciando e muito a fotografia feita com uma câmera de sensor full frame e uma com sensores pequenos é a profundidade de campo obtida ao fotografar. Mais uma vez isso pode ser bom ou ruim, dependendo do seu objetivo. Se a intenção é ter uma profundidade de campo grande, e você estiver usando uma câmera com sensor pequeno, você consegue com aberturas maiores, portanto com mais luz disponível e isso é bom. Mas é bastante complicado você, com uma câmera compacta, destacar um único plano da fotografia através de uma pequena profundidade de campo. Aliado a isso as pequenas lentes usadas com pequenos sensores tem menos valores de abertura de diafragma disponível, limitando assim a capacidade de criação do fotografo.

sábado, 19 de maio de 2012

Ideia 360°: Bokeh

http://abduzeedo.com/colorful-lights-bokeh-pictures

   Bokeh é um termo usado na Fotografia, resultante da profundidade de campo. É a parte "borrada" (sem foco).  São "bolinhas" formadas na imagem. Segundo a Wikipedia o termo Bokeh aparece em livros de fotografia desde o ano 2000.
   Focar e desfocar elementos de cena é um recurso bastante utilizado quando se quer destacar ou desviar a atenção para um determinado elemento. A magia do processo está no fato de que a área desfocada também participa da transmissão da mensagem. Na verdade, o direcionamento do olhar é mesmo para a região em foco na cena. Diferentes elementos e diferentes tipos de lente geram diferentes efeitos Bokeh na fotografia.
   Para os formatos personalizados, como coração, estrelas e outra forma qualquer e imaginável, achei este link, ensinando como fazer. O que acontece é que como a abertura do diafragma geralmente é redondinha, mesmo variando a quantidade de lâminas, o bokeh sai com o formato redondo. Se você criar um filtro que simule que a lente tem outro formato, os pontos de luminosidade sairão com a forma diferenciada.



http://jenipho.deviantart.com/




http://www.flickr.com/photos/rachywhoo


http://www.flickr.com/photos/tzusdee/




http://yulbarbosa.com/site/bokeh

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Peter Lik- Mestre em Fotografia de paisagens



Peter Lik é o mestre em fotografia de paisagem. Teve origens humildes, Nascido em Melbourne, na Austrália. Ganhou de presente dos seus pais no oitavo aniversário uma câmera Kodak Brownie, descobriu então desde cedo seu talento para fotografia.

Totalmente autodidata, Lik Trabalhou duro em seu ofício antes de tomar uma decisão de mudança de vida: ir para os Estados Unidos em 1984. Um momento decisivo na vida Lik veio quando ele foi apresentado para a câmera de médio formato panorâmico.

Retornou para a Austrália para fotografar a imensidão da Terra Grande do Sul. Então, Peter abriu sua própria editora de arte final e uma galeria na primeira cidade histórica de Cairns.
Voltou aos Estados Unidos em 1989 para outro passeio antes de empreender uma viagem de mamute no início do novo milênio para fotografar paisagens de todos os 50 estados.  Cinquenta mil quilômetros e 1.000 rolos de filme mais tarde, o "maior desafio da minha vida" foi concluído.  Destaques da odisséia americana de Peter pode ser encontrado no livro "Espírito da América".

 Ganhou bolsas de estudo pelo Instituto Britânico de Fotógrafos Profissionais (RPPI) e The Royal Photographic Society (RPS).
Já vendeu milhões de dólares de centenas de obras de artes históricas, possui 13 galerias, entre seus colecionadores estão próprios presidentes e celebridades. Exposições de suas obras foram produzidas a partir de séries de TV NBC, "From the Edge com Peter Lik" .


Dois marcos importantes para Lik foi o recorde mundial da fotografia "One", vendida por US$ 1 milhão, e a exibição de duas imagens icônicas, "Ghost" e "Paz Interior", no Museu Smithsonian de História Natural, em Washington DC

As obras-primas de Lik incluem "antigo espírito", "Sunrise Sagrado", "Coração do Anjo", "Árvore da Vida" e o aclamado "Ghost".  Cada versão é de única, é saudado com grande entusiasmo pelos colecionadores, o que tem sido refletido nos recentes recordes de vendas.


-"One".


- "Ghost" .

"Árvore da vida"
De Nature's Best Photography

“Estar à sombra desta árvore japonesa foi uma sensação incrível. Fiquei deslumbrado, observando a luz do fim da tarde infiltrar-se pelas folhas delicadas. Cada galho contava sua própria história, e senti que esta árvore especial tinha muito a contar. À medida que o sol se punha no horizonte, a árvore ganhava vida com uma incrível miríade de cores, formas e texturas". -Peter Lik.

Se você quiser saber mais sobre Peter Lik, acesse o site pessoal do artista:  http://www.peterlik.com/