segunda-feira, 7 de maio de 2012

Equipamento: Nikon vs Canon



  
 Se a fotografia fosse uma religião, esta seria uma guerra santa. Há fanáticos dos dois lados, defendem a sua máquina até o último pixel, fãs que não trocam a sua máquina por nada deste mundo. Mas também há quem diga que esta rivalidade faz tanto sentido como comparar maças a laranjas e que os dois gigantes precisam um do outro para evoluir tecnologicamente e dividir o mercado.
   Nikon e Canon, as duas principais fabricantes de câmeras fotográficas, crescem com uma batalha tecnológica, numa corrida por inovações, por mais megapixels, maior ISO e menor ruído, melhor resolução e assim por diante para todo o sempre.
   Em relação a qualidade, as duas marcas não são diferentes, não. Uma é tão boa quanto a outra, as diferenças são tão sutis que não há como distinguir uma foto tirada por uma Nikon de uma pela Canon.
   Saiba quais são suas necessidades e pesquise também o que está dentro da sua faixa de preço, o que você pode e quer pagar. De nada adianta uma super câmera, a melhor e mais cara se não souber usa-la. E usar não significa apertar alguns botões, vai muito além disso...

O que acha de uma batalha onde máquinas fotográficas atiram, flashes viram granadas e a grande vilã Nikon, usa uma mocinha como refém?
Acompanhe a seguir uma divertida "guerra" escrita por Thiago Gomes.




A guerra irá continuar. rs
O juiz dessa disputa é VOCÊ. A palavra final será sua!
Eu sou NIKON e você?

sábado, 5 de maio de 2012

Visão 360/ Clarissa

Para quem gosta de fotografia de moda este fotógrafo vai além, criativo e único suas fotos misturam o mundo imaginário, cores, e composições um tanto quanto ousadas, dentro de um cenário altamente rico e casual...sua cidade Hong Kong.
  Dotado de criatividade, fica uma excelente dica beeemmm 360!!



http://hakanphotography.com/fashion.htm

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Richard Avedon.


Conhecido pelos trabalhos que fez para revistas de moda, sua obra vai muito além: 
Mudou a cara da fotografia moderna.





         Com um trabalho inovador e criativo para sua época, Richard Avedon, foi um dos maiores nomes da fotografia americana.
         Nasceu em Nova Iorque, 15 de Maio de 1923 e faleceu aos 81 anos na San Antonio em 2004.  Quando Richard Avedon faleceu o New York Times publicou que a sua obra ajudou a definir o estilo americano da segunda metade do século XX.
        Estudou filosofia, na universidade de Columbia, em 1941 tornou-se Co-editor da revista The Magpie. entre 1942 e 1944 serviu ao exército e em 1945 passou a ser fotógrafo da Harper's Bazaar, e até ao fim da década fotografou também para a Theatre Arts e para a revista Vogue.
        Em 1957 trabalhou na fotografia e foi consultor visual do filme "Funny Face" de Stanley Donen, nomeado para 4 Oscar’s da Academia de Hollwood, e com Audrey Hepburn e Fred Astaire nos principais. Esta colaboração não foi casual, pois o filme é baseado na carreira de Avedon e a personagem de Fred Astaire e inspirada diretamente no fotógrafo nova-iorquino.




  
        Richard Avedon fotografou o ser humano em dimensões nunca antes registradas. Imagens planejadas – o fotógrafo gostava de desenhar as fotos antes de tirá-las – resultavam em ângulos e cortes inéditos.











        Sua obra incluía dois outros segmentos que apareceram nos seis grandes livros que publicou, e em exposições nos mais importantes museus americanos. Eram os retratos de celebridades e anônimos, e as grandes reportagens sobre temas tão diversos quanto a queda do Muro de Berlim e um asilo de loucos.






        Frase dita por Richard Avedon:  "Quando estou fazendo um retrato, acho até ofensivo usar uma iluminação sofisticada e abusar dos retoques. Acho que a própria pessoa pode expressar sua beleza. Se alguém está com a barba por fazer ou tem pequenas pintas no rosto, não quero esconder isso nem tentar fazê-lo ficar mais atraente".




        Com personagens estáticos nos retratos e explosões de movimento na moda e nas ruas, Richard Avedon mudou a cara da fotografia moderna. 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Fotografo de Esportes Radicais

Para realizar uma boa cobertura de esportes radicais é necessário, antes de tudo, gostar de esportes radicais. As fotografias podem ser feitas comercialmente para diversas finalidades entre elas para cobertura jornalística, para fins de marketing, tanto das empresas de equipamentos quanto dos próprios atletas. E é bastante comum, também, as coberturas voltadas a atrair os amantes dos esportes ao lugar, alem é claro do prazer que isso proporciona ao amante de fotografia e do esporte em questão.

Com tanta variedade de propósitos é necessário um conhecimento técnico fotográfico gigantesco, um conhecimento sobre o esporte, alem de equipamentos de ponta e um apego a esses equipamentos bem menor que a média. Isso porque não é incomum o fotografo de esportes de aventura deparar-se com situações em que a segurança e durabilidade do equipamento sejam comprometidas. Por exemplo, ao fotografar uma prova de rali um excesso de zelo poderia levar o fotografo não posicionar a câmera perto do local de passagem dos carros (imagina uma pedra voando na sua 400mm f/2.8) e isso poderia comprometer a cobertura. Ao fotografar escaladas técnicas o fotografo, na maioria das vezes, escala com os demais atletas. Nessa situação uma queda poderia arruinar toda uma vida de aquisições.

Quanto à técnica a coisa complica ainda mais. Se você pensar que na maioria das vezes quem consome fotografia de esportes de aventura são justamente pessoas que entendem de esportes de aventura fica muito complicado você simular situações vendáveis. Pensamos mais uma vez no exemplo de fotos de produtos de escalada: não é viável fazer propagandas com uma foto de um atleta em uma posição que não remeta a uma um grande apuro técnico no esporte e ninguém consegue simular um movimento desse. Resta ao atleta/modelo fazer o movimento e o fotografo fazer o registro preciso durante as frações segundo que dura o movimento. Alem disso ele precisa estar posicionado adequadamente para remeter a algo realmente técnico. Observe:

Nessa foto do austríaco Rainer Eder,fotografo responsável pelos catalogo de marcas de renome no mundo da escalada, entre elas Mammut, SAC e Bergschule alem de diversas publicações sobre o assunto, é possível sentir toda a tensão do movimento, é possível perceber que o atleta se segura em praticamente nada, o que requer muita técnica, alem de mostrar a altura em que o atleta se encontra. E somente bem posicionado e com o click no momento certo é possível.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Para quê serve o Filtro Polarizador?

Filtros são acessórios que colocamos na frente da lente para conseguir efeitos e correções na imagem.

O Filtro Polarizador é o queridinho da maioria dos fotógrafos de paisagens. Uma de suas funções é melhorar o contraste e saturação da foto: este filtro evita que partes muito clara da paisagem como o céu fique sem contraste. A riqueza de cores e detalhes é melhorada e o resultado fica bem mais realista e interessante.

Porém o efeito mais importante e “menos reproduzível digitalmente” do filtro polarizador é a diminuição do reflexo em áreas não metálicas como água e vidro. É graças ao filtro Polarizador que fotos com águas cristalinas como assunto ficam lindas. Sem ele a água reflete o céu e não dá para ver nada embaixo.

Repare no exemplo acima: ao utilizar o filtro Polarizador os reflexos na água e nas pedras somem, mostrando os detalhes. A folhagem também ganha mais constraste e a imagem, no geral, mais vida.

Outros filtros

Um filtro/lente bastante utilizado para quem não quer investir em lentes caras macro é o filtro Close-up. Ele permite fazer fotos com nitidez aceitável de objetos próximos, sem a lente ser macro.

Por Adriana Bento

terça-feira, 1 de maio de 2012

HighKey - Flickr


http://farm5.staticflickr.com/4082/4901111226_428176756d.jpg


Esse termo significa que uma foto tem bastante luz, não excesso de iluminação.
O é uma foto com muita luminosidade mas não “estourada”, que mesmo com muita luz ainda mantém os detalhes e texturas essenciais da foto. Highkey é o resultado de uma cena clara, com assuntos claros, tudo bem iluminado e com pouco contraste.


http://farm4.staticflickr.com/3639/3441965730_e9cb52a05b.jpg

Como fazer?


- Usar um fundo claro
- Evitar as sombras
- Utilizar pequenos detalhes para contraste
- Deixar a cena bem iluminada
- Cuidar com a iluminação para não perder os detalhes


http://farm1.staticflickr.com/209/517649228_fb126739ae.jpg


http://farm4.staticflickr.com/3609/3310501532_53b37a2006.jpg

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Obturador - Qual o tempo de vida útil?

Todo fotógrafo deve considerar o tempo de vida útil do obturador de sua câmera. O manuseio incorreto de qualquer equipamento acarreta na diminuição de seu tempo de vida útil. Entretanto, para o obturador o prazo de validade está relacionado a quantidade de registros fotográficos.

O obturador geralmente é a primeira peça a dar problema. E não há aviso prévio. Portanto, considerar o tempo em que o equipamento já vem sendo utilizado é importante para o fotógrafo que não quer correr riscos de ficar na mão.

Deve-se consultar o manual do equipamento para conferir a quantidade de disparos estimada para o mesmo. Vários fatores influenciam no desgaste do obturador. Porém, não há estudos direcionados para saber qual tipo de configuração resulta em maior dano à peça.

A durabilidade varia conforme a qualidade do material e à robustez do equipamento e de seu sistema.

A estimativa média de vida para obturadores de câmeras profissionais é de cento e cinquenta mil disparos. Há fotógrafos que testemunham equipamentos com obturadores que duraram mais de trezentos mil registros.

Deste modo, para não correr o risco de ter o trabalho interrompido devido a falha do obturador, é aconselhável sempre portar uma outra câmera, podendo até mesmo ser uma de qualidade inferior. Preferencialmente se o obturador já estiver além do limite estimado pelo fabricante.

"O obturador pode se quebrar por outras razões: uma queda da câmera (mas é um caso raro); uso do flash inapropriado ou durante uma limpeza desajeitada do sensor, quando a cortina se fecha acidentalmente, chocando-se contra um pincel, um cotonete ou uma bombinha de ar. Neste caso, a cortina danificada fica entre aberta, o que produz as imagens muito claras.

A substituição completa do obturador não deixa seqüelas, pois a câmera volta às suas condições normais de funcionamento. Como um motor de um carro que aceita diversas retíficas, todas as reflex digitais aceitam diversas trocas do obturador - até três para as Canon - quando então chega ao fim a vida útil do equipamento. Portanto, não adiantaria mais trocar o obturador , pois o restante dos componentes da câmera já estariam bastante desgastados."

(escolafocus.net)